domingo, 3 de fevereiro de 2013

Existem coisas que "agente" faz por pura intuição e as vezes nem se percebe que falou grandes verdades... Cooldplay nos ajuda por vezes, para entender, vai ai uma tradução de uma música perfeita deles!!


Viva A Vida

Eu costumava dominar o mundo
Oceanos se abriam quando eu ordenava
Agora pela manhã durmo sozinho
Varro as ruas que já foram minhas

Eu costumava rolar os dados
Sentir o medo nos olhos dos meus inimigos
Ouvia enquanto a multidão cantava:
"Agora o velho rei está morto! Vida longa ao rei!"

Em um minuto eu segurava a chave
No outro as paredes estavam fechadas contra mim
E eu descobri, que meus castelos se apoiavam
Sobre pilares de sal e pilares de areia

Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Corais da cavalaria romana estão cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em um campo estrangeiro

Por algum motivo que não sei explicar
Desde que você se foi, nunca mais houve
Nunca houve uma palavra honesta
Isso foi quando eu dominava o mundo

Foi o vento cruel e selvagem que
Derrubou as portas para me deixar entrar
Janelas estilhaçadas e o som de tambores
O povo não podia acreditar no que eu havia me tornado

Revolucionários esperam
Pela minha cabeça numa bandeja de prata
Apenas uma marionete numa corda solitária
Oh, quem jamais desejaria ser rei?

Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Corais da cavalaria romana estão cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em um campo estrangeiro

Por algum motivo que não sei explicar
Eu sei que São Pedro não chamará o meu nome
Nunca houve uma palavra honesta
Mas isso foi quando eu dominava o mundo

Oh, oh, oh, oh, oh

Ouço os sinos de Jerusalém tocando
Corais da cavalaria romana estão cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em um campo estrangeiro

Por algum motivo que não sei explicar
Eu sei que São Pedro não chamará o meu nome
Nunca houve uma palavra honesta
Mas isso foi quando eu dominava o mundo

terça-feira, 15 de janeiro de 2013


Simplesmente ficam (e não se desintegram)...

Existem pessoas que passam por nossas vidas das mais variadas.
Muitas pessoas simplesmente passam por nossas vidas, quase imperceptíveis, não são muito mais que um transeunte que cruzamos pela rua, não essas pessoas não são insignificantes, mas não fazem parte de maneira profunda de nossas vidas.
Há um grupo menor, mas inda grande de pessoas que permeiam nossas vidas por um tempo algumas nos fazem evoluir, outras simplesmente nos levam a perder tempo. Há entre essas pessoas uma característica comum essas invariavelmente tomamos (nos e elas) caminhos diferentes. Algumas dessas podem evoluir para um outro grupo...
O grupo dos importantes, pessoas que marcam, pessoas boa, aquelas que mesmo não presentes queremos nos lembrar a todo o momento, que por algum motivo desses banais e próprios de nossa insignificância mortal acabam se desintegram ou tomam outro rumo contra o qual não podemos lutar. Uma característica comum à essas pessoas é habitarem nosso coração em local tenro e agradável.
Mas existe um quarto grupo, e é desse que falo. Pessoas que entram nossa vida, a viram de pernas para o ar, as vezes nem são boas para nós,  causam muita dor. As vezes amor, em uma vida, talvez conheçamos 1, 2, 3 nunca mais que 10. São pessoas que simplesmente não saem por mais que seria bom nunca termos as conhecido.
Contra isso não adianta lutar, o bom mesmo é deixar... é como cicatriz em dia de chuva: doi mas pelo menos não sentimos mais o fio da navalha do aço. O jeito é esperar a próxima pessoa desse tipo que estou falando, por que essas pessoas no inicio são arrebatadoras, elas são interessantes.
E fato, falta um final para essa conversa (monocrática) mas a vida não termina em ponto final é interrogação ou reticencias...

domingo, 9 de dezembro de 2012


Inicio, meio e fim

Normal caminho
Inicio, meio e fim
Normal com carinho
Mas pode ser ruim

Quando o início é pequeno
O tempo se mostra
Logo nojento

Quando o meio fica fim
As vezes foi curto
Já terminou assim

Mas boa é
História sem fim
Aquela que marca
que fica dentro

mas história sem meio
é história sem história
mas isso é só história
tomara que seja vitória.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Sorrizo da Monaliza


É azul, como teus olhos,
o dia que quero enxergar,
sempre assim quero estar...
perto de ti para te amar

Seu sorriso é valioso,
Saber dele, a distância
me deixa vaidoso

Imaginar que palavras falar
Elétricas, para te aproximar,
Um campo forte quero formar
Para você não se afastar

Uma luz que queima
Arde como gasolina
E em mim teima
Esse sentimento: oxitocina.

E agora José!!!

O poema é muito popular, acho que quase todos os leitores deste blog um dia já leram este poema, mas inspirado por um amigo que lembrou do poema várias vezes e fez lembrar da genialidade de Carlos Drummond quero posta-lo. Leitores eBeto, sintan-se a vontade com o Gênio.

José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
...e agora, José?
...e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
...e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
...e agora, José?

E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio (...) e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocassea valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo pretoque fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 19 de julho de 2008

Viagem à Europa

Pretendo viajar e conhecer alguns países na Europa, como dá pra ver no “mapinha” ai em cima. Entrada por Amsterdã, depois Paris para viajar a Berlin a idéia é conhecer o muro, que já não existe mais... Depois que revirar Berlin vamos tomar um trem para Praga passando por terras que estavam atrás da cortina de ferro. Em Praga nos reencontraríamos nossa irmã, depois pegaremos um trem à Munique onde passaremos 2 dias e conheceremos depois um campo e concentração em Dachau. Pegaremos um vôo à Londres depois de passar um dia e meio na capital do Reino Unido tomaremos um trem para Paris.

domingo, 20 de abril de 2008

Simples de coração

Há um canção escrita pelo Humberto Gessinger, na minha opinião genial!! Simples de coração, acho que isso, ou aquilo que está nela, muito nos falta!!! Devemos ser mais simples de coração...

Volta pra casa... me traz na bagagem: tua viagem sou eu
Novas paisagens, destino, passagem: tua tatuagem sou eu
Casa vazia, luzes acesas (só pra dar a impressão)
Cores e vozes, conversas animadas (é só a televisão)
Já perdemos muito tempo brincando de perfeição
Esquecemos o que somos: simples de coração
Volta voando (vinda do alto),derrete o chumbo do céu
Antes que eu saia pela tangente no giro do carrossel
Falta uma volta (ponteiros parados): tudo dança em torno de ti
Volta pra casa... fim da viagem: benvinda à vida real
Já perdemos muito tempo brincando de perfeição
Agora é bola pra frente, agora é bola no chão
Já brincamos muito tempo (até perder a direção)
Na santa paz de Deus
No mais perfeito caos