quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Há coisas que mesmo tristes são lindas...

Um dia estava escutando a composição de Fher em uma musica do Maná... linda, linda, porem tão triste...


En El Muelle De San Blas

Ella despidió a su amor
Él partió en un barco en el muelle de San Blas
él juró que volvería
y empapada en llanto ella juró que esperaría
miles de lunas pasaron
y siempre ella estaba en el muelle
esperando
Muchas tardes se anidaron
se anidaron en su pelo
y en sus labios

Llevaba el mismo vestido
y por si el volviera no se fuera a equivocar
los cangrejos le mordían
su ropaje, su tristesa y su ilusión
y el tiempo se escurrió
y sus ojos se le llenaron de amaneceres
y del mar se enamoró
y su cuerpo se enraizó
en el muelle

Sola
sola en el olvido
sola
sola con su espíritu
sola
sola con su amor: el mar
solaaaaaaaa
en el muelle de San Blas

Su cabello se blanqueó
pero ningún barco a su amor le devolvía
y en el pueblo le decían
le decían la loca del muelle de San Blas
y una tarde de abril
la intentaron trasladar al manicomio
nadie la pudo arrancar
Y del mar nunca, jamás la separaron

Sola
sola en el olvido
sola
sola con su espíritu
sola
sola con su amor el mar
solaaaaaaaa
en el muelle de San Blas

Sola
Sola en el olvido
Sola
Sola con su espíritu
Solaaa
Sola con el sol y el mar

Sola
sola en el olvido
sola
sola con su espíritu
sola
sola con su amor el mar
solaaaaaaaa
en el muelle de San Blas

Se quedó
Se quedó
Sola, sola
Se quedó
Se quedó
con el sol y con el mar
Se quedó ahí
Se quedó hasta el fin
se quedó ahí
se quedó en el muelle de San Blas

Sola, sola, sola

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Mulher perfeita...!




A mulher perfeita
Não precisa ser feita,
Precisa ser encontrada,
Precisa ser bem tratada
Não é gostosa, é bonita!
É linda, pela simplicidade
Sua beleza não precisa de vaidade
E falo isso com sinceridade

Mulher perfeita,
Quero te mostrar ao mundo
Quero-te ao meu lado
Mas não só por um segundo
Ela tem um papo legal
é parece, ou é, intelectual

Mulher perfeita
é perfeita com qualquer idade
é aquela que te traz tranqüilidade
é aquela que com sinceridade
quero chamar de linda

toda descabelada
toda dês-maquiada
com a cabeça prateada

domingo, 18 de novembro de 2007

Nirvana

Meu coração dono da verdade
Se enche de calma, paz e tranqüilidade
Minha estranha e fria felicidade
São sopros longos de serenidade

AS mim chegam informações
Elas vêm de diferentes direções
Não, não importa a velocidade
Eu primo sempre pela realidade

São luzes de um novo tempo
Algo que meche com o sentimento
E longo, e feliz pensamento

No início o nirvana dá vertigem
Passa o tempo, o vento, o sentimento
E entendo que é preciso a origem

sobre uma mulher

Gloria às coincidências
Quem sabe as ciências
Dotadas de consciência
Poderosas coincidências

Tempos de loucuras
Tempos de torturas
Tempos às escuras
Trevas sempre tem curvas

Não sou religioso,
Tão pouco poderoso
Sou somente virtuoso

Errante, louco viajante
Dançante mulher inconstante
Louco, para louco você me tem um pouco

Devaneios Sob o luar

Os olhos que viram a noite
Os brios que controlavam o dia
Os sonhos de quem podia
As lagrimas d’alegria

O sorriso no rosto
A lembrança do encosto
Lembrança do ombro amigo
Quem não pensava no umbigo

Mas tempos sobre tempos
Passo a passo
Os paradigmas sucumbiam
Novos horizontes surgiam

A noite, mesma noite
O dia não era o mesmo
A rima morta, minha palavra torta
A idéia morta

Pílulas de Modernidade

Pílulas de modernidade
Que vejo pela cidade
Sem nenhuma sinceridade
Philosofia fastfood
And you stay away
Bud I like slowfood
Yes I know baby

Enquanto começo a caminhar
Tento analisar
As partes feitas de arte
Já faz parte da vida
ninguém mais duvida
Deletar, compilar, mesclar
E se algum dia estiver outsight
Recomece, tente recetar
E crie um novo Insight

Ventos

Há ventos diferentes
Que sopram quentes
Que sopram frios
Que sopram vazios

Há ventos que levam
Há ventos que trazem
E têm os que fazem

Sobre os que jazem
Ventos passados
Ventos calados

Sobre o futuro
Ventos que vêm do escuro
E para brilhar
Vento Solar!

Tempos de mudança

Hoje os tempos de mudança
Começaram a transformação
Tijolo a tijolo; começou a Construção!
Sopram ventos de revolução
Sopram ventos de revolução
Contas e dividas devemos acertar,
Devedores e credores ão de pagar
Com a força de um furação
E com urgência: situação
As rosas desabotoam
A multiplicação meristemática
A lógica matemática
A visão sistemática
Caem por terra
O futuro berra!
Eis que ante nós a solução
Eis o fim da equação

Verdades e Mentiras

Mentiras Verdadeiras
Não foram as primeiras
Me fizeram fraquejar
Me fizeram acreditar
Tolerância Constância
Verdades em Metades
Restos, ilusões, desilusões,
A compreensão sem a menor razão,
Equação entre partes
Manifestos d’arte
Que me carrega pela mão
E que me tira o pão
Que apunhala o irmão

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Algun lugar

Bem vindo ao outro lado
bem vindo ao meu reinado,
aqui impera calma e serenidade
aqui todos gostam da cidade
continue ligado, atento
o mundo parece, mas não é lento
e se por acaso você trouxe,
calma ninguém quer lhe matar....
ninguém vai lhe tirar o ar
As asas dos insetos
o canto do pássaro
o encontro das águas
páre observe, perceba a perfeição
não se contente não
nem frio, nem quente,
não ojeriza, nem ardente
só paz e tranquilidade
somente venha a minha cidade
fica atrás das brumas
no vale do sol
com férteis campos verdes

Amor da minha vida
não permita que eu divida,
minhas horas com vícios
meu pensamentos com estranhos ofícios
a raridade de bons encontros
frente a tensão de um mundo podre
já que me tens mais que as outras
me controle, me ensine, me domine
detesto déspotas vítimas da vida
meros saco humanos

sábado, 10 de novembro de 2007

Cansado de ter razão,

Sempre tive a impressão de observar, anormalmente, as coisas anormais. Pois é isso parece um tanto estranho, soa quase redundante. Mas não, quem observa e age no mundo com sinceridade, tentando ajudar o próximo, neste mundo em que mundo cheio de interéces deve ser, ou louco, ou estranho. Ter consciência dessa anormalidade e tentar observá-la neste mundo é um tanto insensato.
Sempre gostei e aprender e ensinar, ficava maravilhado quando me eram respondidos os vários “Por quês?” da infância. Até a chegada de um dia em que a mãe, a professora, o pai e muitos adultos me apresentam aos livros. Sempre tive a certeza de que não fui eu que os cansei, mas sim eles que quiseram me ensinar a beber na fonte, ter um real acesso a realidade. É essas palavras neste caso são quase sinônimos, pois fazem com que nos não compremos idéias de terceiros sem questioná-las.
Talvez essa seja minha vontade neste mundo, talvez seja até minha missão fornecer o acesso a realidade. Mas como fazer as pessoas terem acesso à realidade? Não aceito que sendo o único, e inquestionável, provedor de informações estarei garantindo. Assim estarei garantindo o acesso à minha realidade... o que para mim aparentemente garantiria este acesso, mas é o acesso a realidade? Com certeza não!
Então questionar, quebrar pardigamas, contrariar e aceitar as contradições com conteúdo com certeza é a forma mais simples e imagino mais eficiente de garantir a conclusão de minha missão mesmo que pessoal. Não suporto pessoas que não conseguem questionar, ou que questionam sem o menor argumento ou capacidade de argumentação. Para pessoas com essas limitações só tenho uma frase a dizer: Estou cansado de ter razão!