terça-feira, 15 de janeiro de 2013


Simplesmente ficam (e não se desintegram)...

Existem pessoas que passam por nossas vidas das mais variadas.
Muitas pessoas simplesmente passam por nossas vidas, quase imperceptíveis, não são muito mais que um transeunte que cruzamos pela rua, não essas pessoas não são insignificantes, mas não fazem parte de maneira profunda de nossas vidas.
Há um grupo menor, mas inda grande de pessoas que permeiam nossas vidas por um tempo algumas nos fazem evoluir, outras simplesmente nos levam a perder tempo. Há entre essas pessoas uma característica comum essas invariavelmente tomamos (nos e elas) caminhos diferentes. Algumas dessas podem evoluir para um outro grupo...
O grupo dos importantes, pessoas que marcam, pessoas boa, aquelas que mesmo não presentes queremos nos lembrar a todo o momento, que por algum motivo desses banais e próprios de nossa insignificância mortal acabam se desintegram ou tomam outro rumo contra o qual não podemos lutar. Uma característica comum à essas pessoas é habitarem nosso coração em local tenro e agradável.
Mas existe um quarto grupo, e é desse que falo. Pessoas que entram nossa vida, a viram de pernas para o ar, as vezes nem são boas para nós,  causam muita dor. As vezes amor, em uma vida, talvez conheçamos 1, 2, 3 nunca mais que 10. São pessoas que simplesmente não saem por mais que seria bom nunca termos as conhecido.
Contra isso não adianta lutar, o bom mesmo é deixar... é como cicatriz em dia de chuva: doi mas pelo menos não sentimos mais o fio da navalha do aço. O jeito é esperar a próxima pessoa desse tipo que estou falando, por que essas pessoas no inicio são arrebatadoras, elas são interessantes.
E fato, falta um final para essa conversa (monocrática) mas a vida não termina em ponto final é interrogação ou reticencias...

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